A Graebert, desenvolvedora de software CAD sediada em Berlim, desenvolve ferramentas de CAD DWG desde 1994, agora abrangendo Windows, Mac, Linux e Nuvem. Martyn Day conversou com o CTO da empresa, Robert Gräbert, e com o diretor de desenvolvimento de negócios e marketing, Cédric Desbordes, sobre os esforços da empresa para vincular melhor o 2D ao BIM.

A Modelagem de Informações da Construção (BIM) foi vendida como uma forma de obter desenhos automatizados por meio da modelagem de um edifício em 3D. – Na verdade, o que obtivemos foi mais desenhos. Agora modelamos um edifício para obter desenhos que precisam de edição em 2D e, se o modelo for alterado, precisamos fazer as edições novamente.

Em nossas conversas com empresas de arquitetura, engenharia e construção civil, há cada vez mais pedidos para se livrar completamente dos desenhos e trabalhar somente com modelos 3D. A má notícia é que na manufatura/obra, que está uma década à frente na adoção de protótipos virtuais de modelagem, eles ainda produzem e dependem de desenhos 2D. Há também a questão de que a estrutura contratual para arquitetura, engenharia e construção civil ainda está sendo desenhada. O que precisa acontecer primeiro são ferramentas de desenho 2D mais inteligentes.

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